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Dra. Daniela integra time de voluntários da ONG Operação Sorriso em Santarém/PA

De acordo com a Fonoaudióloga Daniela Barbosa, foram mais de 180 pessoas atendidas, 60 cirurgias realizadas, além de fonoterapia e realização de workshop aos fonoaudiólogos da região.

Atendimento fonoaudiológico na triagem de 182 pacientes.

Entre os dias 7 e 12 de outubro a ONG Operação Sorriso deslocou um time de 60 profissionais voluntários, experientes em malformações craniofaciais e fissuras labiopalatinas para a cidade de Santarém, no Pará. Lá foram realizadas avaliações médicas (pediatria, cirurgia plástica), fonoaudiológica, odontológica, genética e psicológica de 182 pessoas (de crianças de 3 meses à adultos de 60 anos).

Sessenta destes pacientes foram selecionados para a realização de cirurgia corretiva da fissura labiopalatina. Outros 10 foram selecionados para a realização de fonoterapia intensiva, com a fonoaudióloga Daniela Barbosa, que participou como líder do time de fonoaudiólogos. Dentre as atuações em fonoaudiologia, destacam:

  • triagem de 182 pacientes
  • fonoterapia intensiva de 10 pacientes (adultos e crianças)
  • workshop gratuito sobre tratamento das alterações de fala na fissura, oferecido aos fonoaudiólogos da cidade
  • realização de discussão clínica com equipe de cirurgia plástica para definição de conduta em casos específicos.
Atendimento fonoaudiológico pré-palatoplastia. Foto: Operação Sorriso

Ao retornar à São Paulo, Dra. Daniela Barbosa contou sobre o trabalho voluntário no interior do Pará “Durante a triagem na missão da Operação Sorriso em Santarém, passaram por nós 182 crianças, dentre elas estes 2 irmãos que, durante a brincadeira de jornalista (que na verdade me permitia avaliar a fala deles despidos da vergonha diante de mim) soube deles que sonham ser jogador de futebol, que enquanto um gosta de Português ou outro prefere Matemática e que ali estavam pois queriam melhorar não sabiam o que. Talvez a fala, ainda prejudicada pela fissura ou a arcada dentária, cujo tratamento ortodôntico nao foi iniciado.

Fato é que eles não foram selecionados para cirurgia, porque precisam neste momento é de fonoterapia continuada (a maioria lá consegue, no máximo, vaga para o tratamento fono mensal – bem longe do ideal!) e iniciar a ortodontia (cujo serviço público também tem dificuldade em oferecer).

Da alegria deles, tiramos a energia para encarar e tentar mudar essa realidade!”

Quer ver mais sobre a atuação da Operação Sorriso em Santarém/PA? O vídeo a seguir tem uma amostra da importância deste trabalho.

Crédito: Operação Sorriso

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